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Promotores do Gaeco pedem exoneração coletiva após parecer favorável à soltura de investigados por desvio de R$ 56 milhões

Os promotores de Justiça que integram o Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco) do Ministério Público do Maranhão (MP-MA) pediram exoneração coletiva de suas funções no último domingo (11). A decisão foi tomada após a Procuradoria-Geral de Justiça (PGJ) emitir parecer favorável à soltura de todos os investigados presos na Operação Tântalo II.

A operação investiga a atuação de uma organização criminosa no município de Turilândia, no interior do estado, suspeita de desviar cerca de R$ 56 milhões em recursos públicos.

A exoneração dos promotores evidencia um impasse interno no MP-MA e amplia a repercussão do caso, considerado um dos maiores esquemas de desvio de verbas públicas já apurados na região.