Rio Branco, AC, 10 de abril de 2026 23:53

MPAC participa do 1º Fórum Estadual de Autismo

O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio do Grupo de Trabalho na Defesa dos Direitos das Pessoas com Transtorno do Espectro Autista (GT-TEA), participou da abertura do 1º Fórum Estadual de Autismo, promovido pelo projeto de extensão “Mãepeutas: Vozes Plurais”, da Universidade Federal do Acre (Ufac), no Teatro Universitário, em Rio Branco.

O evento, que segue até sábado, aborda as temáticas de cultura, mercado de trabalho e políticas públicas para pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) no estado, reunindo instituições públicas, entidades representativas, associações voltadas ao público autista, familiares, profissionais e apoiadores da área da inclusão.

A programação do primeiro dia incluiu uma mesa temática sobre políticas públicas e autismo, com foco nos avanços e desafios no Acre, e conferência sobre a Lei Brasileira de Inclusão (LBI), com abordagem sobre adaptações para pessoas autistas e desafios no mercado de trabalho.

Durante a abertura, a coordenadora-geral do GT-TEA, procuradora de Justiça Gilcely Evangelista, exaltou o papel do evento para discutir e dar visibilidade ao tema.

“Este espaço de diálogo é fundamental para dar visibilidade às necessidades da população TEA, fortalecendo a participação social e aprimorando as políticas públicas que garantem direitos e inclusão”, afirmou.

A procuradora também apresentou a atuação do GT-TEA. O grupo possui atuação em todo o estado e é composto por membros que atuam nas áreas da saúde, educação, consumidor, infância e pessoa com deficiência.

Instituído em 2022, o GT-TEA conta com ações de acompanhamento e apoio à implementação de políticas públicas no estado, incluindo diagnóstico nos municípios acreanos, campanhas de conscientização e articulação com gestores locais.

Ao final da sua fala, a procuradora reforçou a necessidade de ampliação da conscientização social. “Precisamos educar mais, desde as crianças, para que possamos construir uma sociedade mais justa e igualitária. O autismo é uma capacidade diferente, com possibilidades infinitas”, disse.

Fotos: Clóvis Pereira

Compartilhe

Facebook
Twitter
WhatsApp