O Acre perdeu neste domingo uma de suas figuras mais emblemáticas da cultura. Morreu, aos 78 anos, o ator, teatrólogo, ativista cultural e servidor aposentado da Fundação de Cultura Elias Mansour, Cleber de Barros Moura.
Internado havia cinco dias, Cleber não resistiu às complicações provocadas por uma pneumonia, que evoluiu para infecção generalizada e parada cardíaca. A notícia provocou forte comoção entre artistas, amigos, servidores públicos e representantes da cena cultural acreana.
Mais do que um nome ligado ao teatro, Cleber Moura construiu uma trajetória marcada pelo compromisso com a arte, pela defesa da cultura local e pela valorização das relações humanas. Ao longo de décadas, participou ativamente de movimentos culturais e iniciativas voltadas ao fortalecimento da identidade acreana, tornando-se uma referência para diferentes gerações.
Nos palcos, nos bastidores e nas atividades comunitárias, era reconhecido pela sensibilidade, pelo espírito acolhedor e pela disposição em incentivar novos talentos. Amigos e colegas o descrevem como um homem agregador, apaixonado pela cultura e comprometido com causas coletivas.
Servidor aposentado da Fundação Elias Mansour, Cleber também deixou sua contribuição no serviço público cultural, ajudando a fortalecer projetos e espaços dedicados à arte e à convivência social no estado.
Com sua partida, o Acre perde não apenas um artista, mas uma voz atuante da cultura e da memória coletiva acreana. O legado deixado por Cleber Barros Moura permanece vivo nas histórias, nos projetos e nas pessoas que tiveram a oportunidade de compartilhar sua caminhada.


