O Acre notificou 36 casos suspeitos de meningite em 2026, dos quais 13 foram confirmados e um evoluiu para óbito, segundo dados atualizados até 23 de julho pela Secretaria de Estado de Saúde. A taxa de letalidade no período é de 7,7%, a menor registrada nos últimos cinco anos. Em 2025, por exemplo, foram confirmados 20 casos e seis mortes, com letalidade de 30%.
Entre os casos confirmados neste ano, cinco foram causados por pneumococo, três por meningococo, dois por outras bactérias, um por Haemophilus influenzae, um por fungos e um por vírus. Cruzeiro do Sul concentra o maior número de registros, com seis casos, seguido por Rio Branco, com dois. Também houve confirmações em Feijó, Porto Acre, Porto Walter, Senador Guiomard e Xapuri, município que registrou o único óbito.
As meningites são doenças causadas por bactérias, vírus, fungos e outros agentes infecciosos, transmitidas principalmente por secreções respiratórias. Todos os casos suspeitos devem ser notificados imediatamente às autoridades de saúde para investigação e adoção das medidas de controle. A vacinação segue como a principal forma de prevenção contra os tipos bacterianos mais graves, aliada ao diagnóstico precoce e ao acompanhamento dos contatos próximos dos pacientes.
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