Rio Branco, AC, 31 de agosto de 2026 10:40

Filho de ministro do STJ é alvo de ação após suposta agressão a gar$t@ de progr&m@ em apartamento de luxo

O advogado Mauro Paciornik, filho do ministro Joel Ilan Paciornik, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), é alvo de uma ação judicial que tramita na 5ª Vara Cível de Brasília e cobra uma dívida superior a R$ 60 mil. Segundo informações divulgadas pelo perfil TeSe Jurídica, com base em reportagem do Metrópoles, o débito estaria relacionado ao aluguel de um imóvel de luxo às margens do Lago Paranoá.

De acordo com o processo, o apartamento de um quarto possui terraço e ofurô privativo. O contrato de locação teria sido firmado em abril de 2025, com aluguel mensal de R$ 6,5 mil. Os pagamentos, entretanto, teriam sido interrompidos em agosto daquele ano, acumulando quatro meses de aluguéis e taxas de condomínio em aberto.

Os proprietários afirmam que, em dezembro, constataram que o advogado já não residia no imóvel. Conforme os autos, a saída teria ocorrido após uma medida protetiva judicial expedida em razão de um episódio de agressão envolvendo uma mulher no apartamento.

Ainda segundo o registro policial citado no processo, a mulher declarou trabalhar como acompanhante. Ela relatou que, no início do relacionamento, Mauro teria pedido que abandonasse a atividade e oferecido suporte financeiro. Segundo o relato, ela teria solicitado uma contrapartida mensal de pelo menos R$ 15 mil.

Em sua versão, Mauro classificou o relacionamento como conturbado e afirmou ter transferido mais de R$ 100 mil à mulher sob a condição de exclusividade. O advogado também declarou que a agressão teria ocorrido após descobrir que ela continuava exercendo a atividade sem seu conhecimento.

O processo judicial também envolve os prejuízos apontados pelos proprietários após a desocupação do imóvel, incluindo danos em móveis e eletrodomésticos, além dos valores de aluguel e condomínio que permaneceram pendentes.

As acusações e alegações apresentadas no processo ainda dependem de análise judicial e não representam, por si só, uma conclusão definitiva sobre os fatos.

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