O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece na liderança das intenções de voto para o primeiro turno das eleições presidenciais de 2026, segundo a nova rodada da pesquisa BTG/Nexus, divulgada nesta segunda-feira (31).
Na simulação, Lula registra 39% das intenções de voto, enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 33%. A diferença de seis pontos percentuais está fora da margem de erro da pesquisa, de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
A principal novidade do levantamento é o crescimento do escritor Augusto Cury (Avante). Ele passou de 2% para 11% das intenções de voto em relação à rodada anterior e assumiu a terceira colocação, ultrapassando Ronaldo Caiado (PSD), que aparece com 8%?
No segundo turno, Lula aparece numericamente à frente de Flávio Bolsonaro, com 46% contra 45%. O cenário é considerado empate técnico devido à margem de erro. O petista também registra vantagem numérica sobre Ronaldo Caiado, por 45% a 44%, igualmente dentro da margem de erro.
Rejeição
O levantamento também mediu a rejeição dos principais nomes. Flávio Bolsonaro aparece com o maior índice, com 50%, seguido por Lula, com 49%. Na sequência estão Pablo Marçal (PRTB), com 47%; Romeu Zema (Novo), com 41%; Renan Santos (Missão), com 40%; e Ronaldo Caiado, com 34%.
Com 50% de rejeição, Flávio volta a superar numericamente Lula nesse indicador e passa a ser o nome mais rejeitado entre os candidatos apresentados na pesquisa.
Avaliação do governo Lula
A pesquisa também aponta uma oscilação na avaliação do governo federal. A administração Lula é aprovada por 46% dos entrevistados e desaprovada por 51%. Outros 2% não souberam ou não responderam.
No levantamento anterior, divulgado em 24 de agosto, o governo tinha 48% de aprovação e 49% de desaprovação.
Na avaliação qualitativa, 37% dos entrevistados classificam a gestão petista como “ótima” ou “boa”. Outros 46% consideram o governo “ruim” ou “péssimo”, enquanto 18% avaliam o desempenho como “regular”.
Os números mostram uma disputa presidencial ainda marcada por equilíbrio entre Lula e Flávio Bolsonaro, enquanto o crescimento de Augusto Cury altera a composição das candidaturas que aparecem na parte de cima da corrida eleitoral.


