A defesa da mulher envolvida em uma confusão em uma escola de Rio Branco apresentou, nesta sexta-feira (11), sua versão sobre o episódio que terminou com relatos de agressões contra professoras e um estudante.
Segundo o advogado, a situação ocorreu em um contexto de supostos episódios de bullying e ameaças contra o filho da mulher, que é estudante com deficiência. A defesa afirma que a mãe reagiu após situações envolvendo o adolescente no ambiente escolar.
De acordo com o defensor, o estudante tem síndrome de DiGeorge, condição associada a atraso no desenvolvimento neuropsicomotor e deficiência intelectual moderada. Ele frequenta a instituição desde 2020.
Ainda segundo a defesa, o adolescente necessita de mediador, Atendimento Educacional Especializado (AEE), adaptações pedagógicas e Plano Educacional Individualizado (PEI) para acompanhar as atividades escolares.
O advogado sustenta que o histórico envolvendo o estudante é fundamental para compreender o contexto da confusão e afirma que a reação da mãe ocorreu após os relatos de problemas enfrentados pelo filho.


