Candidatos apoiados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) conquistaram 17 das 54 vagas em disputa no Senado Federal nas eleições deste domingo (4). As vitórias ocorreram em 10 estados e incluem seis candidatos do PT e outros 11 nomes de partidos aliados.
Entre os eleitos estão sete senadores que conseguiram a reeleição: Eduardo Braga (MDB), pelo Amazonas; Jaques Wagner (PT), pela Bahia; Cid Gomes (PSB), pelo Ceará; Veneziano Vital (MDB), pela Paraíba; Humberto Costa (PT), por Pernambuco; Marcelo Castro (MDB), pelo Piauí; e Rogério Carvalho (PT), por Sergipe.
Na Bahia, no Ceará, no Pará, em Pernambuco, na Paraíba e no Piauí, os candidatos apoiados por Lula conquistaram as duas vagas disponíveis em cada estado.
A bancada ligada ao presidente, no entanto, ficou atrás do grupo alinhado ao senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL). Segundo levantamento divulgado pelo Metrópoles, candidatos apoiados por Flávio conquistaram 30 das 54 cadeiras em disputa, quase o dobro do número de aliados de Lula eleitos para o Senado.
Entre os nomes eleitos pelo grupo de Lula estão Rui Costa (PT) e Jaques Wagner (PT), pela Bahia; Cid Gomes (PSB) e Luizianne Lins (Rede), pelo Ceará; Renato Casagrande (PSB), pelo Espírito Santo; Marília Campos (PT), por Minas Gerais; Helder Barbalho (MDB) e Chicão (MDB), pelo Pará; João Azevedo (PSB) e Veneziano Vital (MDB), pela Paraíba; Humberto Costa (PT) e Marília Arraes (PDT), por Pernambuco; Marcelo Castro (MDB) e Júlio César (PSD), pelo Piauí; Samanda Alves (PT), pelo Rio Grande do Norte; e Rogério Carvalho (PT), por Sergipe.
O resultado do Senado passa a ser um dos principais reflexos políticos das eleições de 2026, especialmente diante da disputa pela Presidência da República, que terá Lula e Flávio Bolsonaro no segundo turno.


