Rio Branco, AC, 7 de outubro de 2026 17:33

Jorge Viana diz estar muito preocupado com segundo turno presidencial e cita dependência do Acre de políticas federais

O candidato ao Senado Jorge Viana (PT) afirmou estar muito preocupado com o cenário político do segundo turno das eleições e destacou a importância das políticas públicas federais para o Acre. A declaração foi feita durante coletiva de imprensa nesta quarta-feira (7), após o resultado do primeiro turno.

Jorge Viana citou o desempenho eleitoral no Nordeste e afirmou que, nos nove estados da região, foram eleitos 18 senadores que, segundo ele, apoiam o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Para Jorge, o resultado demonstra uma resistência política da região.

Ao falar sobre o Acre, Viana afirmou que o estado depende de investimentos e programas federais para enfrentar as dificuldades econômicas e sociais.

“Eu acho que o Acre não aguenta viver num ambiente de maior tragédia do que já está vivendo sem o apoio das políticas públicas federais”, disse.

Segundo o candidato, ele tentou abordar o tema durante a campanha e considera que o segundo turno nacional terá impacto direto sobre estados como o Acre. Jorge afirmou ainda que a disputa presidencial não deveria ser utilizada para aprofundar divisões ideológicas.

“A política correta é a pessoa procurar voto para ganhar a eleição e não para ficar fazendo ainda ajustes ideológicos num país que está dividido completamente”, destacou.

Jorge Viana afirmou que pretende se posicionar no segundo turno de acordo com sua avaliação sobre o futuro do país e disse que fará o que estiver ao seu alcance para evitar, segundo suas palavras, “o pior”.

“Eu, particularmente, prefiro estar do lado certo da história. Eu vou fazer tudo que tiver ao meu alcance, dentro das limitações que a gente tem, para que o pior não aconteça no Brasil”, disse.

Ao comparar os dois candidatos que disputam a Presidência da República, Viana fez críticas a Flávio Bolsonaro (PL) e defendeu a continuidade de políticas públicas implementadas durante o governo Lula.

Compartilhe

Facebook
Twitter
WhatsApp