Rio Branco, AC, 13 de outubro de 2026 11:43

Flávio Bolsonaro aparece com 52% e Lula com 48% dos votos válidos em nova pesquisa para o segundo turno

Levantamento BTG/Nexus divulgado nesta terça-feira (13) aponta vantagem numérica de Flávio Bolsonaro, mas candidatos permanecem tecnicamente empatados na disputa pela Presidência da República.

A pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta terça-feira (13) aponta um cenário de disputa acirrada entre Flávio Bolsonaro e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva no segundo turno das eleições presidenciais de 2026. Segundo o levantamento, Flávio aparece com 52% dos votos válidos, contra 48% de Lula, uma diferença de quatro pontos percentuais. Apesar da vantagem numérica, os candidatos estão tecnicamente empatados, considerando a margem de erro informada pelo instituto.

Quando considerados todos os entrevistados, incluindo votos brancos, nulos e indecisos, Flávio Bolsonaro registra 48% das intenções de voto, enquanto Lula aparece com 45%. Os números indicam uma disputa apertada pela Presidência da República, com o segundo turno marcado para o próximo dia 25 de outubro.

Outro dado relevante é o nível de decisão dos eleitores. De acordo com a pesquisa, 92% dos entrevistados afirmam que já escolheram seu candidato e não pretendem mudar de voto. O percentual indica que a maior parte do eleitorado declara ter uma posição definida, enquanto os candidatos buscam conquistar os votos ainda em disputa.

O levantamento ouviu 2.002 eleitores entre os dias 10 e 12 de outubro, por telefone, nas 27 unidades da Federação. A pesquisa apresenta margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%. Segundo o instituto, o estudo está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-07997/2026.

O resultado reforça a importância dos próximos dias de campanha, especialmente entre os eleitores que ainda admitem mudar de escolha. A pesquisa também mostra que parte dos entrevistados declara votar não apenas por preferência por um candidato, mas para impedir a vitória do adversário, evidenciando o peso da rejeição na disputa presidencial.

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