Rio Branco, AC, 15 de outubro de 2026 17:33

Lula deve participar da promulgação da PEC que acaba com a escala 6×1

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve participar, nesta sexta-feira (16), da cerimônia de promulgação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala de trabalho 6×1, modelo em que o trabalhador exerce suas atividades durante seis dias e tem apenas um dia de descanso. O texto foi aprovado pelo Senado Federal em dois turnos na quarta-feira (14). A informação foi confirmada pelo senador eleito e ex-ministro da Casa Civil Rui Costa (PT-BA), integrante da equipe de campanha de Lula à reeleição. Segundo ele, a cerimônia está prevista para ocorrer em sessão do Congresso Nacional, sob a condução do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). De acordo com Rui Costa, a participação do presidente dependerá da confirmação da data do evento. Caso a promulgação seja realizada na sexta-feira, Lula deverá comparecer. Se a cerimônia for transferida para segunda-feira (19), a presença também está prevista. “Quem promulga é o Senado, não é o Executivo. Então, se o Senado confirmar amanhã, o presidente participará. Se confirmar na segunda-feira, o presidente participará”, afirmou Rui Costa. Agenda em Minas Gerais Lula tem duas atividades de campanha previstas para esta sexta-feira (16), em Minas Gerais. Ao meio-dia, o presidente participa de uma caminhada em Juiz de Fora, na Zona da Mata mineira, ao lado da prefeita Margarida Salomão (PT) e da senadora eleita Marília Campos (PT). Às 17h, o presidente estará em outra caminhada, desta vez em Ipatinga, no Vale do Aço, novamente acompanhado de Marília Campos. Segundo Rui Costa, é possível conciliar os compromissos de campanha com a cerimônia de promulgação da PEC, caso o evento seja confirmado para sexta-feira. Aprovação no Senado A proposta recebeu 75 votos favoráveis nos dois turnos de votação. Apenas o senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS) votou contra. Outros três parlamentares não participaram da votação: Rogério Marinho (PL-RN), Ciro Nogueira (PP-PI) e Marcio Bittar (PL-AC). Por se tratar de uma Proposta de Emenda à Constituição, o texto precisava do apoio de pelo menos três quintos dos senadores, o equivalente a 49 dos 81 integrantes da Casa, em dois turnos de votação.

Compartilhe

Facebook
Twitter
WhatsApp