A sífilis tem apresentado crescimento preocupante no Brasil e já é considerada por especialistas como uma epidemia persistente. O aumento dos casos acende um alerta para autoridades de saúde e reforça a necessidade de prevenção e diagnóstico precoce.
Segundo informações de especialistas e dados divulgados pelo portal Metrópoles, o avanço da doença está relacionado principalmente à queda no uso de preservativos, ao tratamento incompleto ou não simultâneo entre parceiros e ao diagnóstico tardio.
Outro ponto de preocupação é o aumento da transmissão vertical, quando a infecção é passada da mãe para o bebê durante a gestação, o que pode causar complicações graves e até mortes neonatais se não houver acompanhamento adequado.


