A possibilidade de o Supremo Tribunal Federal (STF) decretar a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro ou impor o uso de tornozeleira eletrônica logo após ele se tornar réu tem gerado preocupação entre seus aliados. O receio aumentou na última terça-feira (25), quando rumores sobre essas medidas cautelares chegaram à equipe de advogados e a pessoas próximas ao ex-mandatário.
O medo no entorno de Bolsonaro é de que o STF aproveite a presença dele no julgamento da denúncia na Primeira Turma da Corte para decretar sua prisão ou determinar o monitoramento eletrônico.
Para bolsonaristas, a ausência do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e dos presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP) — que estão em viagem ao Japão — criaria um cenário favorável para que o tribunal tome essa decisão sem grande reação política imediata.
Diante dos rumores, auxiliares de Bolsonaro começaram a procurar integrantes do Poder Judiciário em Brasília para entender se há chances concretas de o ex-presidente ser alvo dessas medidas.
Com informações do Metrópoles