Na última terça-feira, 1º de abril, um protesto inusitado envolvendo motoristas de aplicativo resultou em uma grande confusão que invadiu as redes sociais. O ato ocorreu em um condomínio particular, onde dezenas de motoristas se reuniram para cobrar uma dívida de R$ 10 referente a uma corrida de moto por aplicativo que não teria sigo paga ao seu término.
O protesto tomou grandes proporções e acabou exigindo a presença da polícia. Testemunhas relatam que os motoristas, supostamente com a autorização do dono do condomínio, entraram no local, bateram insistentemente na porta do jovem e causaram transtornos aos moradores. Além de obrigá-lo a descer e pedir desculpas ao motorista que não havia recebido o pagamento, recusaram o valor quando ele tentou quitar a dívida que teria sido o motivo do ato.
O episódio foi interpretado como uma tentativa de intimidação e humilhação pública. No dia seguinte, ao chegar ao seu trabalho, o jovem foi informado de sua demissão sem uma justificativa clara, deixando questionamentos sobre a possibilidade do fato do dia anterior ter conexão com sua demissão. No entanto, nada foi dito de forma explícita.
Além das consequências profissionais, ele enfrenta dificuldades pessoais, incluindo problemas familiares e a preocupação com o irmão autista, que está passando por uma cirurgia fora do estado. Além disso, ele se prepara para a chegada de sua filha. O impacto emocional da situação tem afetado sua saúde psicológica, e ele agora deve buscar a justiça para garantir seus direitos.
O caso levanta questões sobre abuso de poder, invasão de privacidade e os limites das cobranças feitas por prestadores de serviço. A situação segue repercutindo, e o jovem busca apoio para enfrentar as dificuldades geradas pelo ocorrido. Pessoas próximas informaram ao Alerta Cidade que ele está psicologicamente abalado.