Uma brasileira que mora nos Estados Unidos chamou a atenção nas redes sociais ao mostrar uma conta hospitalar de aproximadamente US$ 7.470, equivalente a milhares de reais, após procurar atendimento médico por causa de fortes cólicas e suspeitar que seu dispositivo intrauterino (DIU) estivesse fora do lugar.
Segundo o relato compartilhado nas redes sociais, ela solicitou um ultrassom para verificar a posição do dispositivo e também realizou exames de sangue e urina. A cobrança chegou cerca de três meses depois da visita ao hospital e surpreendeu pelos valores discriminados.
A conta incluía aproximadamente US$ 5 mil pela entrada no pronto-socorro, US$ 1.470 pelo ultrassom e quase US$ 1 mil pelos exames laboratoriais. Somados, os procedimentos totalizaram cerca de US$ 7.470.
O caso repercutiu entre internautas, especialmente brasileiros que compararam os custos do atendimento médico nos Estados Unidos com o funcionamento do Sistema Único de Saúde (SUS), que oferece atendimento público e gratuito no Brasil.
O sistema de saúde norte-americano combina serviços privados, seguros de saúde e programas públicos destinados a determinados grupos. Por isso, o valor que um paciente paga pode variar conforme a cobertura contratada, o hospital e os procedimentos realizados.
O relato reacendeu o debate sobre o acesso à saúde e o impacto financeiro de uma emergência médica para quem vive nos Estados Unidos. A brasileira afirmou sentir saudade do SUS diante da cobrança recebida.


