Um candidato com nanismo denunciou discriminação no Teste de Aptidão Física (TAF) do concurso para delegado da Polícia Civil de Minas Gerais.
Segundo ele, foi solicitado à banca organizadora uma adaptação nas provas físicas, mas o pedido não teria sido aceito. A exigência de um salto mínimo de 1,65 metro foi mantida, o que resultou na eliminação do candidato.
O caso reacendeu o debate sobre acessibilidade e inclusão em concursos públicos, especialmente em etapas físicas que podem exigir critérios diferenciados para candidatos com deficiência.


