Diagnóstico aponta fortalecimento da cadeia produtiva do mel no Acre com apoio do Programa REM
A cadeia produtiva do mel no Acre vem apresentando avanços consistentes e resultados expressivos, conforme diagnóstico apresentado na Nota Técnica da Cadeia Produtiva do Mel, elaborada pela equipe da Unidade de Coordenação do Programa REM Acre (UCP-REM) e Secretaria de Estado de Agricultura (Seagri). O estudo integra as ações do Programa REM Acre – Fase 2 e reforça o compromisso do governo do Estado com o fortalecimento de cadeias produtivas sustentáveis, capazes de gerar renda, promover inclusão social e conservar a floresta.Apicultores utilizam equipamentos de manejo com apoio do Programa REM Acre – Fase 2.
Inserida entre as atividades produtivas apoiadas pelo programa, a apicultura e a meliponicultura se destacam por sua compatibilidade com a floresta em pé e por seu papel estratégico na agricultura familiar. Além da geração de renda, a atividade contribui diretamente para a polinização das espécies nativas da Amazônia, fortalecendo a biodiversidade e os serviços ecossistêmicos.
O diagnóstico técnico, que embasa a Nota Técnica, avaliou 141 beneficiários distribuídos em 13 municípios acreanos, todos vinculados ao Programa REM Acre. Os dados confirmam a expansão da cadeia produtiva do mel em diferentes regiões do estado, atualmente com 436 beneficiários cadastrados nos territórios do Alto e Baixo Acre, Juruá e Tarauacá-Envira, superando a meta prevista pelo programa.
A apicultura com abelhas com ferrão se consolida como o principal sistema produtivo, apresentando maior escala e volumes mais expressivos de produção. A meliponicultura vem sendo fortalecida como atividade complementar, agregando valor ambiental e ampliando as possibilidades produtivas em áreas de floresta. Os dados também apontam avanços na inclusão social, com crescimento gradual da participação feminina na atividade. Assessoria Secom