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Governo federal anuncia R$ 2,5 bilhões do Novo PAC para mobilidade urbana e Acre fica de fora dos investimentos

O Governo do Brasil anunciou, por meio do Ministério das Cidades (MCid), um pacote de mais de R$ 2,5 bilhões em investimentos do Novo PAC voltado a projetos de mobilidade urbana e à renovação da frota de transporte público em diversas regiões do país. Nenhum município do Acre foi contemplado nesta etapa do programa.

Os recursos têm como objetivo modernizar o transporte coletivo, ampliar a infraestrutura urbana e reduzir a emissão de poluentes. Segundo o secretário nacional de Mobilidade Urbana do MCid, Denis Andia, os investimentos representam um avanço integrado na política de transporte público.

Na frente de obras de infraestrutura, quatro propostas foram habilitadas para receber mais de R$ 459 milhões. As iniciativas vão beneficiar os municípios de Anápolis (GO), Imperatriz (MA), Campina Grande (PB) e Nossa Senhora do Socorro (SE).

Entre as ações previstas estão a construção e requalificação de terminais, implantação de corredores exclusivos para o transporte coletivo, expansão de ciclovias, modernização de abrigos de passageiros e a implantação de Veículos Leves sobre Trilhos (VLTs).

Já na área de renovação da frota, foram habilitadas 14 propostas, com investimento aproximado de R$ 2,06 bilhões. O foco é a substituição de veículos antigos por modelos mais modernos e menos poluentes, alinhados à agenda de descarbonização do transporte público.

Serão beneficiados Ilhéus (BA), Estado da Bahia, Anápolis (GO), Duque de Caxias (RJ), Angra dos Reis (RJ), Rio de Janeiro (RJ), Teresópolis (RJ), Estado do Maranhão, João Pessoa (PB), Guarulhos (SP), Porto Seguro (BA), Jequié (BA) e Maricá (RJ). As cidades receberão ônibus elétricos e veículos com tecnologia Euro 6, que reduzem significativamente a emissão de gases poluentes.

Acre fora da lista

Apesar do volume expressivo de recursos e do alcance nacional anunciado pelo governo federal, o Acre não aparece entre os estados ou municípios contemplados, tanto nas obras de infraestrutura quanto na renovação da frota. A exclusão chama atenção, especialmente diante dos desafios de mobilidade urbana enfrentados por cidades acreanas, que dependem majoritariamente do transporte coletivo convencional.