Rio Branco, AC, 19 de outubro de 2026 15:56

Governo federal libera R$ 1,55 bilhão para três ministérios e destina R$ 1,45 bilhão à Saúde

Medida publicada nesta segunda-feira (19) destina R$ 1,45 bilhão à saúde pública e prevê remanejamento de verbas já existentes no orçamento federal.

O governo federal autorizou a abertura de um crédito suplementar de R$ 1,55 bilhão para reforçar o orçamento de três ministérios. A medida foi publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira (19), por meio da Portaria nº 452/2026, do Ministério do Planejamento e Orçamento. Os recursos serão destinados aos ministérios da Saúde, da Fazenda e dos Povos Indígenas.

A maior parte do dinheiro, aproximadamente R$ 1,45 bilhão, será direcionada ao Ministério da Saúde, com a finalidade de financiar procedimentos de média e alta complexidade. Esses serviços incluem atendimentos especializados e tratamentos hospitalares que exigem maior estrutura médica. O reforço orçamentário busca garantir recursos para a continuidade dessas atividades na rede pública de saúde.

Além da Saúde, o Ministério da Fazenda receberá R$ 100 milhões, enquanto o Ministério dos Povos Indígenas contará com aproximadamente R$ 1,63 milhão. Os valores fazem parte de uma reorganização das despesas federais, permitindo que recursos sejam direcionados a áreas específicas conforme as necessidades previstas no orçamento.

Para viabilizar a medida, o governo realizará o remanejamento de verbas já existentes, incluindo dotações anteriormente destinadas a universidades federais. Isso significa que o crédito suplementar não representa necessariamente dinheiro novo, mas uma redistribuição de recursos autorizados no orçamento da União.

A portaria, assinada em 16 de outubro e publicada nesta segunda-feira, estabelece o reforço financeiro para os três ministérios. Embora a maior parcela seja destinada à saúde pública, o documento não especifica quanto será aplicado em cada estado, incluindo o Acre. A distribuição efetiva dependerá da execução orçamentária e das ações desenvolvidas pelo Ministério da Saúde.

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