Invasão na casa do vereador Moacir Júnior reacende debate sobre a necessidade de uma Guarda Municipal em Rio Branco
A invasão à residência do vereador Moacir Júnior, do Partido Solidariedade, ocorrida em Rio Branco, reacendeu o debate sobre a necessidade de criação de uma Guarda Municipal para reforçar a segurança pública na capital acreana. O caso gerou preocupação entre autoridades e moradores, especialmente por envolver a casa de um representante do Legislativo municipal, o que evidencia a vulnerabilidade enfrentada pela população de forma geral.
De acordo com informações que circularam sobre o ocorrido, a residência do parlamentar foi invadida, causando danos e sensação de insegurança. Apesar de não haver registro de feridos, o episódio expôs fragilidades no sistema de vigilância urbana e levantou questionamentos sobre a capacidade atual do município de prevenir e responder a esse tipo de crime com rapidez e eficiência.
O caso provocou manifestações de solidariedade ao vereador Moacir Júnior e também reacendeu discussões já antigas sobre a implantação de uma Guarda Municipal em Rio Branco. Defensores da proposta argumentam que a presença de uma força municipal estruturada poderia atuar de forma preventiva, patrulhando bairros, protegendo prédios públicos e auxiliando no monitoramento de áreas com maior índice de criminalidade.
A ausência de uma Guarda Municipal faz com que a segurança dependa exclusivamente das forças estaduais, que frequentemente enfrentam limitações de efetivo e estrutura para atender toda a demanda da capital. Para especialistas e lideranças políticas, uma guarda municipal bem treinada e integrada às demais forças de segurança contribuiria para ampliar a sensação de segurança e reduzir ocorrências como a registrada na casa do vereador.
O episódio reforça a urgência de o tema voltar ao centro do debate público e da agenda política municipal. Para muitos moradores, a violência não escolhe vítimas e o que aconteceu com um vereador poderia ocorrer com qualquer cidadão. A criação da Guarda Municipal passa a ser vista não apenas como uma promessa de campanha ou proposta administrativa, mas como uma medida concreta para fortalecer a proteção da população e do patrimônio público em Rio Branco.