Religiosa das Servas de Maria Reparadoras, ela marcou a história de instituições tradicionais de ensino, como o Instituto Imaculada Conceição e o Instituto São José, em Rio Branco…
A religiosa e educadora Irmã Maria Regina Mollinetti morreu nesta sexta-feira (16), aos 92 anos. Nascida em 31 de dezembro de 1933, ela dedicou grande parte da vida à educação no Acre, com atuação no Instituto Imaculada Conceição e no Instituto São José, em Rio Branco. A morte foi comunicada pelas instituições de ensino e pela Congregação das Servas de Maria Reparadoras.
No Instituto Imaculada Conceição, Irmã Regina foi lembrada pela contribuição à formação de diferentes gerações de estudantes. Em nota, a instituição destacou sua dedicação à missão educativa, além do compromisso com os valores cristãos e o serviço ao próximo. O Instituto São José também lamentou a morte da religiosa e ressaltou sua entrega à educação e ao trabalho desenvolvido no estado.
A história de Irmã Regina integra a trajetória das Servas de Maria Reparadoras no estado. A congregação está presente no Acre desde 1921, quando as primeiras missionárias italianas chegaram a convite da Igreja Católica. Ao longo das décadas, as irmãs atuaram na educação, na saúde, na assistência social e na evangelização. Além do Instituto Imaculada Conceição e do Instituto São José, a presença da congregação também marcou o Colégio Santa Juliana, em Sena Madureira, e o Colégio Divina Providência, em Xapuri. Na área da saúde e da assistência, a atuação inclui iniciativas como a creche Olhar de Criança, em Xapuri, o Hospital Regional do Juruá Irmã Nair Terezinha, em Cruzeiro do Sul, e parcerias sociais com o Centro Cultural Novarese, em Rio Branco. A missão é orientada pelo lema “Em tudo amar, servir e reparar”.
A missão segue o lema da congregação: “Em tudo amar, servir e reparar”.
O velório de Irmã Regina será realizado na capela do Instituto Imaculada Conceição, a partir das 13h desta sexta-feira. O sepultamento está previsto para sábado (17), às 8h. As instituições manifestaram solidariedade à congregação, aos familiares e às pessoas que conviveram com a religiosa.


