Com o encerramento do cadastro eleitoral marcado para 6 de maio, a Justiça Eleitoral no Acre ampliou a realização de atendimentos itinerantes para alcançar eleitores em áreas de difícil acesso. A estratégia busca assegurar que moradores de regiões isoladas consigam regularizar a situação junto ao sistema eleitoral dentro do prazo estabelecido, garantindo participação no pleito de 2026.
Em Mâncio Lima, as equipes percorreram comunidades ribeirinhas e territórios indígenas, disponibilizando serviços como emissão do primeiro título, atualização de dados, mudança de domicílio eleitoral e coleta biométrica. No dia 1º de abril, foram registrados 68 atendimentos na Comunidade São Salvador, no Rio Moa. Já no dia 3, a ação chegou à Comunidade Bom Sossego, no Rio Azul, com 85 atendimentos. O ciclo foi concluído no dia 5 de abril, na Terra Indígena Nukini, na Comunidade República, onde 97 pessoas foram atendidas.
O total de 250 atendimentos demonstra o alcance das ações e a tentativa de reduzir barreiras geográficas no acesso aos serviços públicos. Representantes locais destacaram a importância da presença institucional nessas áreas, sobretudo para a inclusão de povos indígenas no processo eleitoral. Entre os atendidos, há registros de atualização cadastral com identificação étnica e novos alistamentos, refletindo o impacto direto da iniciativa. A recomendação é que eleitores que ainda precisam regularizar a situação procurem atendimento antes do prazo final.


