Mulher em situação de rua escapa da morte após ser esfaqueada em Rio Branco
Na manhã desta segunda-feira (9), uma mulher em situação de rua, identificada como Kaline Souza de Oliveira, de 25 anos, quase foi morta a facadas em Rio Branco. A violência ocorreu na Rua Amâncio Teixeira, no bairro Vila Nova, na parte alta da capital.
De acordo com informações repassadas pela vítima, ela dormia em uma casa utilizada por pessoas em situação de rua quando foi surpreendida por uma mulher identificada como Raidejane. Kaline relatou que a suspeita perguntou se ela estaria chamando seu marido para fazer um “corre” e, de forma repentina, partiu para cima da vítima com uma faca, desferindo dois golpes que atingiram o braço e a mão esquerda. Após a tentativa de homicídio, a agressora fugiu, tomando rumo ignorado.
Ferida, Kaline correu e pediu ajuda na casa de uma senhora, próxima ao local do ocorrido. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado, e uma equipe da ambulância 04, de suporte básico, foi enviada para atender a ocorrência. A vítima recebeu os primeiros atendimentos no local e, após ser estabilizada, foi encaminhada ao Pronto-Socorro de Rio Branco, em estado de saúde estável.
“Fomos acionados para atender a uma vítima com ferimento por arma branca, ao chegar no local, encontramos a paciente apresentando dois ferimentos, um no braço e outro na mão, sendo que, o ferimento causado por uma faca na mão esquerda, ocasionou à exposição de tendões, sendo necessário passar por procedimentos cirúrgicos. Após estabilizarmos a vítima, a entregamos no setor de traumatologia para as devidas condutas da equipe médica plantonista”, relatou o enfermeiro do Samu.
Uma guarnição do 3º Batalhão da Polícia Militar também compareceu ao local para colher informações sobre as circunstâncias da violência. Segundo a polícia, a vítima é conhecida por ser usuária de entorpecentes e já possui outros registros de violência, em decorrência do uso de drogas. Os militares realizaram buscas pela região, porém a suspeita não foi localizada.
O caso poderá ser investigado pela Polícia Civil.