Estudantes com síndrome de Down protagonizam ação e inspiram sociedade acreana
Em 2011, a Organização das Nações Unidas (ONU) instituiu o dia 21 de março (3º mês do ano) como o Dia Internacional da Síndrome de Down. A data não foi escolhida por acaso: ela representa a trissomia do cromossomo 21.
Uma pessoa sem síndrome de Down possui duas cópias do cromossomo 21. Já a pessoa com síndrome de Down tem três, por isso o nome trissomia 21.Acompanhamento especializado oferecido pelo Estado contrui para o desenvolvimento e inclusão. Foto: Mardilson Gomes
Uma forma simples de entender é imaginar uma coleção de livros: todos recebem dois exemplares de cada volume. A diferença é que a pessoa com síndrome de Down recebe três exemplares do livro número 21. Esse “livro a mais” faz com que essa pessoa tenha um jeito único de aprender, se desenvolver e viver. E, com apoio, oportunidades e inclusão, ela pode construir uma trajetória plena e cheia de possibilidades.
A estudante Jaqueline Lira é um exemplo de como isso é possível. Fruto de uma trajetória construída na rede pública de ensino, incluindo uma escola rural e outra do interior no Acre, ela concluiu o ensino médio, realizou o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e agora aguarda uma vaga na universidade pública.
Assessoria Secom