A Caixa Econômica Federal paga nesta terça-feira (25) a parcela de agosto do Bolsa Família aos beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 6. Neste mês, 19,3 milhões de famílias serão contempladas pelo programa, com benefício médio de R$ 678,35.
O valor mínimo pago pelo Bolsa Família é de R$ 600. Além desse valor, as famílias podem receber adicionais conforme a composição familiar. O Benefício Variável Familiar Nutriz garante seis parcelas de R$ 50 a mães de bebês de até seis meses. Há ainda um adicional de R$ 50 para famílias com gestantes e filhos de 7 a 18 anos, além de R$ 150 para famílias com crianças de até 6 anos.
Em agosto, moradores de 186 municípios de sete estados tiveram o pagamento antecipado para o dia 18, independentemente do final do NIS. A medida contemplou localidades em situação de emergência ou estado de calamidade pública nos estados do Amazonas, Bahia, Paraíba, Paraná, Rio Grande do Norte, Roraima e Sergipe.
No calendário tradicional, os pagamentos do Bolsa Família são realizados nos últimos dez dias úteis de cada mês, conforme o final do NIS. Os beneficiários podem consultar a data de pagamento, o valor recebido e a composição das parcelas pelo aplicativo Caixa Tem.
Também está em vigor a regra de proteção, que permite que famílias que conseguem emprego e aumentam a renda continuem recebendo parte do benefício. Nesses casos, a família pode receber 50% do valor a que teria direito, desde que a renda por integrante seja de até meio salário mínimo.
Desde junho de 2025, o período de permanência na regra de proteção foi reduzido de dois anos para um ano. No entanto, as famílias que entraram na regra até maio de 2025 continuam com direito a receber metade do benefício por até dois anos.
Outra mudança relacionada ao programa ocorreu em 2024, quando os beneficiários do Bolsa Família deixaram de ter o desconto do Seguro Defeso. A alteração foi estabelecida pela Lei nº 14.601/2023, que retomou o Programa Bolsa Família.
O Seguro Defeso é destinado a pessoas que vivem exclusivamente da pesca artesanal e ficam impedidas de exercer a atividade durante o período de reprodução dos peixes, conhecido como piracema.


