Programa Plantando o Futuro prevê reflorestamento com espécies nativas da Amazônia e ações para reduzir e compensar emissões de gases de efeito estufa
O Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) divulgou, nesta quarta-feira (30), novos detalhes do programa Plantando o Futuro, iniciativa que estabelece a meta de plantar 15 mil árvores em áreas degradadas do estado até 2030. O projeto integra as ações ambientais desenvolvidas pelo Judiciário acreano e será apresentado durante a 10ª edição do Expojud, em Brasília.
O plantio será realizado de forma progressiva e inclui espécies nativas da Amazônia brasileira, como ipês, açaizeiros, seringueiras e árvores frutíferas. Segundo o Tribunal, foram escolhidas espécies com alto potencial de sequestro de carbono, contribuindo tanto para a recuperação ambiental quanto para o enfrentamento das mudanças climáticas.
Parte da meta já começou a sair do papel. De acordo com balanço divulgado pelo TJAC em setembro, 3 mil mudas já haviam sido plantadas em diferentes pontos de Rio Branco e municípios próximos.
Além do reflorestamento, o programa prevê campanhas de conscientização ambiental direcionadas a magistrados, servidores, instituições parceiras e à sociedade. Outra frente do projeto busca mitigar e compensar as emissões de gases de efeito estufa geradas pelas atividades judiciais e administrativas do Tribunal.
A iniciativa também já recebeu reconhecimento nacional. Em agosto, o Plantando o Futuro garantiu ao TJAC o Prêmio Juízo Verde, concedido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), na categoria Indicadores de Produtividade/Área Ambiental na Justiça Estadual.
O programa será uma das quatro iniciativas que o Judiciário acreano apresentará no Expojud, congresso de Tecnologia, Inovação e Direito que acontece entre os dias 6 e 8 de outubro, no Centro Internacional de Convenções do Brasil, em Brasília.


