Rio Branco, AC, 23 de agosto de 2026 20:00

Condenado por estupro de vulnerável é preso pela Polícia Civil no interior do Acre

A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Coordenadoria de Recursos Especiais (CORE) e com o apoio do Departamento de Inteligência, prendeu nesta semana, C.G.C., condenado por estupro de vulnerável. O criminoso foi localizado e detido no Ramal do Casserin, na Estrada de Sena Madureira, após um intenso trabalho de investigação e monitoramento realizado pela Polícia Civil por meio da Delegacia do município de Bujari.

De acordo com as investigações, o crime ocorreu em abril de 2020, quando a vítima, então com apenas 11 anos, e sua irmã passaram cerca de uma semana na propriedade rural de uma tia, casada com o acusado. Aproveitando-se da relação de confiança e proximidade familiar, C.G.C. cometeu os abusos de forma recorrente durante a noite, enquanto todos dormiam.

A denúncia foi formalizada após a criança relatar os abusos, dando início ao processo investigativo. A Polícia Civil reuniu provas contundentes, incluindo depoimentos e laudos periciais, que confirmaram os crimes cometidos pelo acusado.

Após um processo minucioso, C.G.C. foi julgado e condenado pelo crime de estupro de vulnerável, conforme previsto no artigo 217-A do Código Penal. A Vara Única de Bujari sentenciou o réu a 14 anos de reclusão em regime fechado. Na decisão, o magistrado destacou a gravidade do crime, enfatizando a condição de vulnerabilidade da vítima e o abuso de confiança envolvido no caso.

Com a sentença transitada em julgado, a Polícia Civil intensificou os esforços para capturar o criminoso, que estava foragido desde a condenação. A ação da CORE, em conjunto com o Departamento de Inteligência, permitiu a localização e prisão do condenado sem incidentes.

Denúncias e combate à violência sexual

A Polícia Civil reforça a importância da denúncia para combater crimes sexuais e proteger vítimas em situação de vulnerabilidade. Casos de violência sexual podem ser denunciados anonimamente pelo Disque 100 ou pelo 181, bem como diretamente nas delegacias.

Com informações da PCAC

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