A promoção da policial militar Yasmin Cursino Ferreira, de 21 anos, reacendeu debates sobre critérios de avaliação interna na corporação após um caso grave ocorrido na Zona Leste de São Paulo.
A agente, que até então atuava como estagiária, foi efetivada como soldado apenas duas semanas depois de ter atirado contra Thawanna Salmázio, que morreu após ser atingida no peito. A oficialização da promoção foi publicada no Diário Oficial nesta sexta-feira (17).
O caso ganhou repercussão e levanta questionamentos sobre os processos administrativos e disciplinares adotados em situações que envolvem uso letal da força. Em ocorrências dessa natureza, é comum que haja investigações internas para apurar as circunstâncias da ação policial, incluindo a legalidade do disparo e a conduta da agente envolvida.
Até o momento, não foram divulgados detalhes adicionais sobre o andamento de eventuais investigações ou medidas adotadas após o ocorrido. Especialistas em segurança pública destacam que casos como esse exigem transparência e rigor na apuração, a fim de garantir confiança institucional e respeito aos protocolos.


