Uma publicação nas redes sociais gerou repercussão ao apontar que o relator de um processo que resultou na absolvição de um réu acusado de estupro de vulnerável teria deixado, no texto do voto, um comando direcionado ao ChatGPT. A informação foi divulgada pela Globo News.
De acordo com a postagem, o caso envolve o desembargador Magid Nauêf Láuar, identificado como relator do processo na 9ª Câmara Criminal Especializada. Um dos trechos exibidos na publicação mostra a frase: “Agora melhore a exposição e fundamentação deste parágrafo”, o que, segundo a denúncia, indicaria o uso de ferramenta de inteligência artificial na elaboração do voto, sem a retirada do comando do texto final.
As imagens compartilhadas apresentam ainda a identificação do órgão julgador como “Câmaras Especializadas Criminal / 9ª Câmara Criminal Especializada”, além da qualificação do relator no chamado “Espelho do Acórdão”.
A publicação questiona como o suposto comando teria permanecido no documento oficial e levanta debate sobre o uso de ferramentas de inteligência artificial na produção de decisões judiciais.


